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Marun admite que governo não tem votos para aprovar reforma da Previdência
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu nesta terça-feira que não há votos para aprovar a reforma da Previdência em fevereiro, mas que o governo vai insistir na votação ainda neste mês. São necessários 308 votos para aprovação da proposta na Câmara.
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Postada em 06/02/2018 ás 11h47
Marun admite que governo não tem votos para aprovar reforma da Previdência

Marun admite que governo não tem votos para aprovar reforma da Previdência

BRASÍLIA - O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu nesta terça-feira que não há votos para aprovar a reforma da Previdência em fevereiro, mas que o governo vai insistir na votação ainda neste mês. São necessários 308 votos para aprovação da proposta na Câmara.


 

— Não conseguimos sensibilizar o número de deputados dispostos a fazer o necessário — afirmou Marun, em café da manhã promovido pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig).


Nesta segunda-feira, Marun tinha afirmado que aprovar a proposta “não é uma missão impossível” e voltou a dizer que o governo ainda precisa de 40 votos favoráveis à proposta.


Segundo Marun, há políticos que \"falam mal da reforma de dia e à noite rezam para que seja aprovada\". Ele deu como exemplo os déficits na Previdência de estados governados por petistas como Piauí (R$ 1 bilhão) e Minas (R$ 16 bilhões).


Marun disse que é preciso que os setores da sociedade que apoiam a reforma \"entrem em campo\". Segundo ele, há um \"silêncio preocupante\" diante de decisões do Judiciário e que setores que defendem o estado de direito precisam se manifestar.


— A OAB joga para a torcida e não se posiciona — criticou.


Marun também criticou decisões judiciais, disse que há interpretação criativa das leis e, referindo-se à nomeação da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) para o Ministério do Trabalho. Ele reafirmou que o governo \"não vai vacilar na defesa de suas prerrogativas\".


Para Marun, há falta de credibilidade da política hoje, mas também no Judiciário. Deu como exemplo o fato do ex-presidente Lula estar condenado e aparecer em primeiro lugar nas pesquisas de opinião para presidente da República.


Marun descartou a ideia de o governo federal assumir a questão da segurança pública.


— Fica com os estados, e não temos previsão de mudar isso.


 

FONTE: O GLOBO
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